domingo, 6 de agosto de 2017

Box lembra os 75 anos de ataque nazista ao Brasil


Há exatos 75 anos, o Brasil declarava guerra à Alemanha nazista e à Itália fascista. A decisão do presidente Getúlio Vargas foi tomada depois da carnificina levada a cabo pelo submarino alemão U-507, que – entre os dias 15 e 17 de agosto de 1942 – afundou cinco embarcações nacionais na costa do Nordeste, causando a morte de 607 brasileiros.
O episódio, que resultou em uma intensa revolta popular e deu início à perseguição aos imigrantes de origem e alemã e italiana em todo o país, é narrado em detalhes no livro “U-507 – O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial”, que acaba de ser relançado pela Editora Besouro Box, na caixa especial “Submarinos”.
Além do “U-507”, também integra o box o livro “U-93 – A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial”. Em outubro próximo, completa-se um século do ingresso do país na chamada Grande Guerra, ocorrido em 1917.
Os box "Submarinos" custa R$ 89, com frete grátis para todo o Brasil e pode ser adquirido pelo site da Editora Besouro Box.

SAIBA MAIS

BOX SUBMARINOS
Vendas: exclusivas pelo site da Editora Besouro Box (www.besourobox.com.br)
Preço: R$ 89
Frete: grátis para todo o Brasil (entrega em até 10 dias úteis)

LIVRO U-507
Páginas: 284
Prefácio: Luis Fernando Verissimo, escritor, cronista e músico
Lançamento: 2012
Sinopse: entre os dias 15 e 17 de agosto de 1942, o submarino alemão U-507 torpedeou cinco navios brasileiros na costa nordestina, entre Sergipe e Bahia, deixando um total de 607 mortos. O Brasil, que até então se declarava neutro, de repente se viu obrigado a abandonar a posição de não beligerante. Diante da revolta da população, que saiu às ruas em protesto, depredando estabelecimentos pertencentes a imigrantes alemães, italianos e japoneses, o presidente Getúlio Vargas declarou guerra ao Eixo poucos dias depois.

LIVRO U-93
Páginas: 320
Prefácio: João Barone, músico, escritor e aficionado por guerras
Lançamento: 2014
Sinopse: a obra conta o processo que levou ao envolvimento do Brasil na Grande Guerra, em 1917, três anos após o começo do conflito. O incidente que obrigou o então presidente Wenceslau Escobar a declarar beligerância à Alemanha foi o afundamento do navio Macau, com o sequestro do comandante, Saturnino Furtado de Mendonça, e do taifeiro, Arlindo Dias dos Santos, que nunca mais foram vistos. À época, o desaparecimento dos marinheiros brasileiros gerou grande revolta popular contra os imigrantes germânicos em todo o país.

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